30 cervejas para beber local no Rio de Janeiro


O que muitos lugares que são referência em cerveja de qualidade têm em comum? Uma forte cultura de beber cervejas locais. Valorizar as bebidas que são feitas na sua região, além da possibilidade de sair mais barato, incentiva os produtores a capricharem cada vez mais nas cervejas que entregam aos clientes, e fortalece a cena artesanal.

E já que hoje é sexta-feira e que o fim de semana está aí, que tal uma listinha com cervejas artesanais do Rio de Janeiro para valorizar a cena? Dessa vez vão 30 dicas de rótulos, de 30 diferentes cervejarias do estado que valem a pena conhecer. É claro que vão faltar nomes aí, sempre falta, mas a partir delas da pra conhecer muito mais.

Ah, e já que falamos sobre beber local, vale lembrar que nesse fim de semana rola no Maracanã a terceira edição do Rio Craft Beer Festival, com 12 cervejarias do Rio. E o melhor, todas levarão ao estádio ao menos uma novidade. Corre que ainda da tempo de garantir o ingresso. Vale lembrar que nessa edição tem o ingresso solidário, que dá direito a meia-entrada para todos os participantes, basta levar 1 kg de alimento não perecível ou um agasalho.

Old School Firewood – Imagine uma cerveja encorpada, potente e que lembra whisky. Essa é a Firewood, da Old School, uma Smoked Beer com 9% de ABV produzida com maltes de whisky defumados.

Oceânica Born 2 Rock – Se o seu negócio é Imperial IPA, tem que provar a Born 2 Rock, da Oceânica. Com 9% de álcool e muito lúpulo cítrico, essa cerveja já foi comparada até a lendária Pliny The Elder. Se é verdade eu não sei, pois nunca bebi a Pliny, mas que a Born 2 Rock é um cervejão, não há dúvidas.

Hocus Pocus Magic Trap – Psicodelia engarrafada, a Belgian Strong Golden Ale da Hocus Pocus é marcante. Aroma intenso de banana, muito sabor e uma potência alcoólica (8,5%) que a gente só sente quando começa a ficar alegre gole após gole.

2Cabeças Hi5 – Clássico é clássico, e vice-versa, como diria o poeta. E é isso o que a Hi5, da 2Cabeças, é. Uma das primeiras Black IPAs produzidas no Brasil, já ganhou versões incríveis envelhecidas em madeira, com café e com lúpulos diferentes. Mas a original segue firme e forte como uma referência no estilo.

RockBird Umbu Brasilien Weisse – As Sours conquistaram o paladar do cervejeiro brasileiro e a RockBird é uma das cervejarias que melhor produzem cervejas ácidas. Essa Berliner Weisse com umbu é uma ótima mostra, com o frutado e a acidez em par perfeito para espantar o calorão do Rio.

Three Monkeys India White Ale – Com 7% de álcool pode até não parecer, mas a India White Ale é uma refrescante mistura de tradição e ousadia. Uma IPA que combina o cítrico dos lúpulos com o aroma da casca de laranja usada na receita, arrematada por um belo visual com sua espuma cremosa e densa.

3Cariocas Saison du Leblon – E por falar em cerveja refrescante e saborosa, que tal uma Saison? Essa da 3Cariocas presta uma bela homenagem ao estilo clássico belga, com seu aroma de frutas amarelas e condimentado.

W-Kattz 7 Vidas – É mais IPA que você quer, então não da pra deixar passar a 7 Vidas, da W-Kattz. Cítrica, resinosa e condimentada, tem um amargor potente, mas equilibrado, e possui 7% de ABV.

Hija de Punta – A simplicidade também tem lugar entre as cervejas artesanais, e a Hija de Punta, cerveja que batiza a cervejaria, tá aí pra mostrar isso. Uma Pale Lager leve, refrescante e perfeita pra beber uma atrás da outra, seja no Rio ou em Punta del Este.

Quatro Graus Black Anthrax – Bem, mas complexidade também faz parte e poucas cervejas se comparam a Black Anthrax nesse campo. Uma Russian Imperial Stout de respeito, com melaço, carvalho, baunilha, café e – agora – com 17,5% de álcool, esquenta até a alma.

Marmota Monty Pint – Direta e reta, a Monty Pint já conquista no rótulo em homenagem ao grupo de comédia britânico Monty Python. Mas essa English Bitter da Marmota também homenageia esse estilo com seu caráter maltado e o amargor assertivo que se espera de uma Ale clássica.

Botto Bier Tcheca – O mestre Leonardo Botto colocou na roda novamente a Botto Bier e relançou recentemente três rótulos, entre eles a Tcheca, uma incrível Bohemian Pilsner. Seca, com aroma marcante de malte e lúpulos, e aquele amargor elegante típico das cervejas do estilo, é uma baita pedida pra quem quer saber como é uma Pilsen de verdade.

Mistura Clássica Beatus – Uma Trippel intensa e muito sabor, a Beatus é só uma das muitas ótimas cervejas da Mistura Clássica. Apesar dos seus 10% de ABV, o álcool é muito bem inserido e fica equilibrado pelo dulçor e os aromas agradáveis de condimentos.

Green Lab Jazzy – Marcante é o melhor adjetivo para falar da Jazzy, da Green Lab. Com intenso aroma e sabor de gengibre, a cerveja ainda se destaca pelas notas de baunilha e sua cremosidade, que escondem muito bem os 7% de álcool.

OverHop Hazy – Ao pegar uma cerveja da OverHop sempre pode-se esperar intensidade. A Hazy é uma das belas representantes brasileiras das New England IPAs, com frutado potente, com destaque para frutas amarelas e cítricas, e amargor persistente e equilibrado.

O Motim Canudos – Com rótulos lindos e cervejas ótimas, O Motim é uma das cervejarias mais interessantes do Rio. A Canudos é a Saison da cervejaria, leve, cremosa, seca e cheia de sabor e aroma, com destaque para o herbal e o condimentado.

Noi Amara – Uma pancada de lúpulos é uma boa definição para essa Imperial IPA de 10,5% de ABV da Noi. Aroma de maracujá e resinosa no paladar, a Amara não decepciona quem é fã do estilo.

Roter Belgian Dubbel – A Roter tem ótimas cervejas de estilos clássicos, entre elas essa Belgian Dubbel, que é uma festa para os sentidos. Frutas secas como banana passa e ameixa, melaço e caramelo dão as caras em uma cerveja potente (7,5% de ABV) e encorpada.

Trópica Macau – A Macau é um belo exemplo de Porter produzida pela cervejaria Trópica. Os característicos aromas de malte torrado do estilo, com destaque para o chocolate e café, são complementados pela refrescância dada pelo toque de hortelã na receita.

Labirinto Trip – O nome promete uma viagem, e é mais ou menos isso que a American Pale Ale da Labirinto oferece. Leve, refrescante, mas com sabor e aromas cítricos e herbais marcantes, é uma cerveja para beber em boas quantidades.

Penedon Casa de Pedra – Quem já foi no brewpub Penedon, ou deu sorte de beber suas cervejas em eventos no Rio, sabe que não tem cerveja ruim lá. Mas poucas coisas se comparam a Casa de Pedra, uma Strong Ale com 7,2% de ABV cheia de aroma, graças ao envelhecimento com carvalho de whisky. De beber ajoelhado.

Dead Dog American IPA Coffee – Pra beber essa cerveja é preciso encontrar a carrocinha da Dead Dog em algum evento. Mas vale a pena. Os caras passam a clássica American IPA deles, com amargor marcante, por um filtro de café, o que a deixa irresistível pra quem gosta de um bom café e uma boa cerveja.

Madá Laal – A Madá faz ótimas cervejas, entre elas essa Red IPA que se destaca pelos aromas. O herbal se destaca, com o leve caramelo em seguida. No paladar é uma cerveja com amargor elegante e persistente.

Fraga Blonde – Seguir um estilo clássico nem sempre é simples, mas essa Blonde Ale da Fraga o faz com perfeição. Com 6,5% de teor alcoólico, é uma cerveja que equilibra bem as notas frutadas e o dulçor, e se destaque por sua cremosidade.

Farra All In IPA – American IPA com pegada clássica, a All In IPA, da Farra, vale ser conferida. A pegada de frutas como o maracujá, com o amargor persistente e o final seco, fazem dela uma boa pedida pra quem curte o estilo.

Gaspar Lambreta – Red Ale com pegada clássica, é um bom exemplo do estilo entre as cervejarias do Rio. A Lambreta, da Gaspar, se destaca pelo maltado, que remete ao caramelo, e um dulçor presente e agradável no paladar.

Malte Carioca Praia Red – Outra Red Ale carioca de respeito é a Praia Red, da Malte Carioca. Sua principal característica é o malte, com toques caramelados e de pão tostado.

Bière Moulin Belgian Blonde Ale – Leve, refrescante e aromática, essa Belgian Blonde Ale da Bière Moulin também vale ser conhecida. O frutado e adocicado do estilo ganham um toque extra de condimento com a adição de pimenta da Jamaica.

Verve Herege – Uma Saison com muito aroma, sabor e refrescância casa muito bem com o clima de verão que toma conta do Rio quase o ano todo. E a Herege, da Verve, é uma boa pedida. Com dry hopping e adição de capim limão, é uma cerveja marcante e fácil de beber.

 

Categorias:Beba local, Cerveja artesanal

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